Não, não é melhor que o primeiro, mas o argumento é… Posso dizer que este filme o Tony Jaa (protagonista/realizador) é mais poderoso e mais incrível que o do primeiro, porque ele aqui não usa os cotovelos como melhor arma, mas sim, espadas, laminas, matracas…tudo o que lhe vier a mão, e de que maneira. Neste filme o Tony Jaa usa também as repetições das proezas que ele efectua, como Prachya Pinkaew usa no primeiro, focando os movimentos e os golpes mais difíceis de vários pontos de vista… para este géneros de filme, é um grande pormenor de realização.Neste o argumento está mais bem conseguido, sendo um épico de artes marciais, pois passasse no ano Budista de 1974 (1421 d.C.). Tony Jaa, filho de um Rei que vê a sua família ser toda assassinada por um rival, é recolhido por Chernung, um pirata, que lhe ensina tudo o que se pode ensinar das artes marciais e, por sua vez, faz com que ele tenha poderes para poder realizar uma vingança, mas irá descobrir que afinal o assassino do pai é, nada mais, nada menos que o “pai”… Complicado! Mas se virem o filme perceberão…
Não percebo o porque de este filme se chamar Ong Bak, porque não é uma sequela do primeiro, e nem tem nada a ver com o deus Ong Bak, simplesmente quiseram aproveitar o franchising, por muita pena minha… em Portugal este filme deverá ter o nome Ong Bak: O Início, no qual ficará bem melhor que Ong Bak 2… até lá resta esperar…
Dou-lhe um 7.4/10. É um filme: Tempo bem passado!
Bom filme!
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